Prevenindo o Cancro de Pele de Dentro para Fora

Comer alimentos ricos em antioxidantes pode reforçar a proteção da pele e reduzir a vermelhidão da queimadura solar em 40%, enquanto que o álcool pode diminuir dramaticamente os níveis de antioxidantes na pele em 8 minutos após o consumo.

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Notas do Dr. Michael Greger

Não é fora de série? A dinâmica de antioxidantes no corpo muda minuto a minuto; então, certifique-se de se manter abastecido:

Que mais podem os tomates fazer? Vejam Inibindo a Activação de Plaquetas com Sementes de Tomate.

Outros vídeos sobre saúde da pele incluem:

O álcool não apenas aumenta o risco de cancro da pele. Vejam Cancro da Mama e Álcool: Quanto Será Seguro?. Mas tal como o sumo de laranja na vodka-laranja, componentes da pele provenientes das uvas podem ajudar a mediar os efeitos adversos. Vejam: Risco de Cancro da Mama: Vinho Tinto versus Vinho Branco.

Tem uma questão para o Dr. Greger sobre este vídeo? Deixe-a na secção de comentários do original Preventing Skin Cancer From the Inside Out e ele procurará responder-lhe!

Fontes citadas

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R Gordon. Skin cancer: an overview of epidemiology and risk factors. Semin Oncol Nurs. 2013 Aug;29(3):160-9.

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Prevenindo o Cancro de Pele De Dentro Para Fora

Mais de um milhão de novos casos de cancro de pele são diagnosticados todos os anos, afetando mais ou menos 1 em cada 3 estadounidenses ao longo de suas vidas. O principal fator de risco é a exposição a raios solares UV, mas consumo de álcool poderá também desempenhar um papel. A maioria dos cancros associados com consumo de álcool afetam o sistema digestivo, como cancro da boca, cancro da garganta, cancro do estômago, até cancros no fígado e no cólon; tecidos com os quais o álcool entra em contacto mais direto. Porquê o cancro de pele? Bem, um estudo de 300.000 estadounidenses descobriu que beber excessivamente estava associado com elevadas taxas de queimaduras solares. Talvez o beber muito e o fazer farra sejam marcadores de uma disposição intrínseca para negligenciar riscos de saúde e capotar na praia. mas talvez seja porque a quebra de produtos alcoólicos no corpo gere um número tão impressionante de radicais livres que eles consomem os antioxidantes que protegem nossa pele do Sol. As plantas produzem a sua própria proteção imbutida contra os danos oxidativos do Sol, e nós podemos tirar proveito dessas proteções imbutidas ao comermos essas plantas, para funcionarem como protetores celulares dentro de nossos próprios corpos. Alguém poderá dizer que as frutas e vegetais fornecem a melhor polifarmácia, a melhor loja de remédios contra o desenvolvimento de cancro. A ingestão de alimentos provenientes de plantas aumenta o potencial antioxidante da nossa corrente sanguínea, o qual pode então ser depositado nos nossos tecidos e proteger-nos contra os efeitos nocivos dos raios solares, mas foi apenas recentemente que isso foi testado. Se se pegar em 20 mulheres e queimar-se os seus rabos com uma lâmpada UV, antes e depois de comerem três colheres de sopa de pasta de tomate por dia, durante três meses, (bom, metade comeu, enquanto a outra metade não), houve significativamente menos danos no DNA nos traseiros daquelas que estavam a comer os tomates. Então três meses antes do verão, ou até apenas dez semanas, se nós comemos muitos alimentos ricos em antioxidantes, como molho de tomate, podemos reduzir a vermelhidão das queimaduras de pele em 40%. É como se se tivesse um filtro solar imbutido na nossa pele. Bem, não é tão bom quanto um bloqueador solar com elevado FPS, mas, muita da exposição aos raios UV ao longo da vida ocorre quando a pele não está protegida; então, o uso de fatores dietéticos com propriedades protetoras contra o Sol poderá ter um efeito benéfico significativo. Mas funciona de ambas as formas. O consumo de álcool diminui a proteção da sua pele. Se se der a pessoas mais ou menos três shots de vodka, em 8 minutos – não 10 semanas, 8 minutos, os níveis de antioxidantes carotenóides na pele delas diminui dramaticamente. Se, no entanto, se beber a mesma quantidade de vodka com sumo de laranja, ainda ocorre uma queda nos antioxidantes da pele, comparando com o valor inicial, mas beber uma vodka-laranja não é tão ruim quanto beber vodka pura. Mas será que é significativo o suficiente para fazer uma diferença quando se está lá fora ao Sol? Após as bebidas, eles expuseram os voluntários a uma lâmpada UV e esperaram para ver quanto tempo demoraria para que eles queimassem. O espaço de tempo até eles começarem a ficar vermelhos foi significativamente mais curto após o consumo de álcool, do que nos experimentos nos quais ou nenhum álcool foi consumido ou o álcool foi consumido em combinação com sumo de laranja. Isto representa uma meia hora extra ao Sol baseado apenas no que se coloca na boca antes de se ir para a praia. E quanto às laranjas… …são tipo um pouco fracotes. Não tão fracas quanto bananas, mas… as frutas vermelhas são as melhores. Os pesquisadores concluíram: que as pessoas devem ter consciência do fato que consumo de álcool combinado com exposição ao Sol, ou equipamentos de bronzeamento artificial, aumenta o risco de queimaduras e, consequentemente, o risco de desenvolvimento prematuro de envelhecimento da pele e até mesmo cancro da pele. Se o consumo de álcool não pode ser evitado, como se alguém vos estiver a agarrar ou algo assim, [troça] então devem assegurar-se que usa um bloqueador solar ou pelo menos tentarem tomar um daiquiri de morango ou algo assim, de modo a reduzir-se o dano oxidativo. Nutrição em Factos, a mais recente pesquisa em nutrição. Publicações em Português / Traduções voluntárias em NF.FOCOEMPATICO.NET
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Imagens graças a craig, via Flickr.

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