Dieta Ideal: Seja Franco, Doutor, Sem Rodeios

Porque há reticências em fornecer ao público orientações dietéticas que os pouparão de doenças evitáveis e morte prematura?

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Notas do Dr. Michael Greger

Então quais deveriam ser as orientações quanto a colesterol para a prevenção do nosso assassino #1? Vejam o vídeo anterior: Tudo com Moderação? Até a Doença Cardíaca? (Legendado em Português)

Para mais quanto a abordagens de estilo de vida para doenças crónicas, as quais podem por vezes ser não apenas mais baratas e seguras mas também mais eficazes do que as abordagens farmacológicas ou cirúrgicas, vejam alguns dos meus outros vídeos, como:

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Fontes citadas
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Dieta Ideal: Seja Franco, Doutor, Sem Rodeios

Porque há reticência em fornecer ao público orientações que iram poupá-lo de doença cardíaca ou da sua progressão? A posição do Conselho Nacional de Pesquisa foi de que uma recomendação de gordura dietética inferior a 30% seria demasiado frustrante para aqueles que tentam alcançar uma redução significativa. Embora seja incerto até que ponto as pessoas irão adotar o conselho, é, no entanto, científica e eticamente imperativo informar o público quanto ao que constitui uma dieta ideal. Devemos dizer ao público a verdade sobre o que é o melhor para a saúde e deixá-los a eles decidir o seu grau de cumprimento. Quando um painel de especialistas foi desafiado a responder à pergunta, “O que responde ao paciente que diz, ‘Farei seja o que for, mas nunca quero vir a ter doença cardíaca,’ ou, ‘Tive um ataque cardíaco e nunca mais quero voltar a ter outro? Ponto.'” As respostas variaram entre “Fazê-los comer feijão, feijão e mais feijão” e “Estava na hora de o público adotar uma dieta baseada em plantas.” Isto não é vegetarianismo. Os vegetarianos muitas vezes consomem todo o tipo de lixo. Os veganos também, aliás. Este novo paradigma é exclusivamente nutrição à base de plantas. Alimentos vegetais integrais. Porquê exclusivamente? Porque, como foi relatado no Estudo da China Cornell, não parece haver um limiar além do qual não tenham acrescido benefícios com proporções crescentes de alimentos vegetais na dieta. Parece que quantos mais alimentos à base de plantas e menos alimentos à base de animais, melhor. Agora Esselstyn está bem ciente do castigo que acompanha recomendar uma dieta baseada em plantas nomeadamente, que a recomendação será recebida com ceticismo e uma hostilidade por parte do público em geral, embora menos nos dias de hoje enquanto milhões saltam para a carruagem à base de plantas. Mas essa hostilidade é peculiar, porque muitas culturas se sustentam com uma dieta assim, apreciando o seu sabor, textura e variedade, bem como as suas qualidades promotoras de saúde. No entanto, a preferência alimentar é profundamente pessoal, e pode-se facilmente ficar ofendido. No entanto, o público tem o direito de saber a verdade tal como é entendida pelos especialistas em biologia nutritiva quanto ao que constitui a dieta mais saudável e segura. Alguns criticam esta dieta exclusivamente à base de plantas como extrema ou draconiana. O dicionário Webster define draconiano como “desumanamente cruel” enquanto um olhar mais atento revela que “extremo” ou “desumanamente cruel” descreve não a nutrição à base de plantas, mas as consequências de nossa dieta ocidental atual. Ter um peito serrado ao meio para cirurgia de bypass ou um acidente vascular cerebral que deixa alguém inválido e incapaz de falar pode ser interpretado como extremo, e ter-se uma mama, próstata, cólon, ou recto removido para se tratar cancro poderá parecer desumanamente cruel. Isso é que é extremo. Comer um burrito de feijão é fácil. Nutrição em Factos, a mais recente pesquisa em nutrição. Publicações em Português / traduções voluntárias em NF.FOCOEMPATICO.NET

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Imagem graças a Jeff Eaton via Flickr.

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