Alimentação como Medicina: Doença Cardíaca

Em vez de simplesmente se contornar – bypass – o problema, literalmente, pode-se tratar a causa, deter e reverter a doença cardíaca, o nosso assassino #1, com uma dieta integral baseada em plantas.

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Este vídeo é um segmento de uma apresentação ao vivo. Para ver o vídeo na sua totalidade legendado em português, Alimentação como Medicina: Prevenção e Tratamento das Doenças mais Temidas com Dieta. Se preferir visualizar apenas os segmentos selecionados e focados em algumas das doenças abordadas, juntámos as melhores partes nesta playlist.

Fontes citadas
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Alimentação como Medicina: Doença Cardíaca

Falando de ovos, o próximo na lista de doenças temidas é a doença cardíaca. Os ovos são a fonte # 1 de colina, a qual pode ser convertida pelas bactérias intestinais numa toxina que aumenta o risco de acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e morte. Os ovos são também a fonte # 1 de colesterol. Porque é que isso importa se temos montes de colesterol a circular no sangue? O colesterol não apenas se infiltra nas nossas artérias e ajuda a formar essas bolsas inflamadas de pus dentro de nossas paredes arteriais, mas pode ter um papel activo na ruptura definitiva e fatal da placa. Cristais de colesterol podem realmente estalar a nossa placa. Se você olhar para placas em autópsias, elas estão cheias de cristais de colesterol salientes. O colesterol na placa pode ficar tão supersaturado que chega a um ponto em que ristaliza como rebuçado. E os cristais em crescimento podem, em seguida, rebentar com a placa. Aqui está um cristal de colesterol a sair no topo de um tubo de ensaio, e quando se olha para as pontas dos cristais sob um microscópio, eles são agulhas pontiagudas e cortantes. Eles colocaram uma membrana fina sobre a parte superior do tubo para ver se as agulhas a furavam, e, realmente, as extremidades afiadas dos cristais de colesterol cortaram através da membrana. E então eles mostraram que, quando o colesterol cristaliza, o volume de pico aumenta rapidamente e os cristais afiados na ponta podem cortar e rasgar membranas, sugerindo que é a cristalização de colesterol supersaturado em placas ateroscleróticas que pode induzir essas rupturas finais. E, de facto, é o que se vê na autópsia. Todos os pacientes que morreram de ataques cardíacos agudos tinham estes cristais de colesterol perfurantes, como este, saindo das suas placas, mas nenhuns cristais foram encontrados a perfurarem as artérias de pessoas com aterosclerose severa que morreram primeiro de outras causas não-cardíacas. Isso pode explicar porque reduzir drasticamente os níveis de colesterol com dieta, e medicação se necessário, pode reduzir o risco de ataque cardíaco fatal, ao puxar o colesterol para fora da parede da artéria, diminuindo o risco destas agulhas cristalizadas de colesterol que podem então estalar as placas nas nossas artérias. O colesterol elevado também pode causar o que é chamado doença do fígado gordo, a nossa próxima epidemia de doença crónica global. Os depósitos de gordura no nosso fígado podem provocar inflamação, e resultar em cancro do fígado, insuficiência e morte. E mais uma vez, poderão ser estes cristais, cristais de colesterol, a desencadearem a progressão da esteatose hepática em hepatite grave. Estamos a falar de colesterol dietético, o colesterol que as pessoas comem em ovos e outros produtos de origem animal. Há uma forte associação entre a ingestão de colesterol e hospitalização e morte por cirrose e cancro do fígado. E para além dos cristais, o colesterol dietético pode oxidar e causar diretamente efeitos tóxicos e cancerígenos. Não foi bem recebido até recentemente que o colesterol médio nos Estados Unidos, os chamados “níveis normais”, eram na verdade anormais, acelerando os bloqueios nas nossas artérias e colocando uma grande fracção da população normal em risco. Ter um colesterol normal numa sociedade onde é normal cair-se morto de um ataque cardíaco, não é necessariamente uma coisa boa. Níveis de colesterol normais poderão ser níveis de colesterol fatais. No baixar do colesterol, a moderação mata. Mesmo que todos os americanos mantivessem o seu colesterol total abaixo dos recomendados 200, milhões iriam desenvolver doença arterial coronária. Fortes evidências mostram que precisamos para manter o nosso colesterol total abaixo de pelo menos 150 para conter a epidemia. Que tipo de evidência? Bem, em muitas culturas, a doença coronária é praticamente desconhecida quando o nível de colesterol total está abaixo de 150. Aqui nos EUA, [no] famoso Framingham Heart Study, poucos abaixo dos 150 desenvolveram doença cardíaca, e nenhum morreu dela. Não podemos continuar a ter estas organizações públicas e privadas na vanguarda da liderança na saúde, a recomendarem ao público um plano alimentar que garante que milhões perecerão da própria doença que as orientações deviam prevenir. A razão dada pelas autoridades de saúde para não dizer às pessoas a verdade, para não advogarem o que a ciência revela como sendo melhor, foi de que poderia frustrar o público, que poderão ter dificuldade em conseguir baixar tanto os seus níveis de colesterol. Mas a maior frustração do público poderá vir de não ter sido informado da dieta ótima para a saúde. [Aplausos]. A doença cardíaca pode ser revertida com uma dieta baseada em plantas. A evidência justifica começar um movimento social; deixem as pessoas liderar e, eventualmente, o governo os seguirá. Alguns criticam as dietas à base de plantas por serem extremas. Vocês querem extremo? Vejam as consequências da nossa dieta atual. Ter um peito serrado ao meio para cirurgia de bypass, ou um acidente vascular cerebral que nos torna mudos, ou ter uma mama, cólon, próstata, ou recto removido por cancro. Isso sim é extremo. Um burrito de feijão? Fácil. [Risos, aplausos.] Em vez de simplesmente se contornar [bypass] o problema, literalmente, pode-se tratar a causa, deter e reverter a doença do coração, o nosso assassino #1, com uma dieta integral baseada em plantas.

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